O ministro da Educação, Fernando Haddad, classificou o problema da última edição do Exame Naconal do Ensino Médio (Enem) como “tópico” e disse que o fato ocorreu devido ao grande alcance do exame, que foi feito por cerca de 3 milhões de estudantes. Haddad afirmou que, em anos anteriores, foi preciso reaplicar o exame para alguns estudantes. "Não me lembro de uma edição do Enem que não tenha havido alguma ocorrência dessa natureza", afirmou.
O ministro reafirmou que é possível aplicar uma segunda prova sem ferir a isonomia, porque em 2008 o Enem foi reformulado para permitir que as provas fossem comparáveis entre si, em relação ao grau de dificuldade.
Ministro diz que a aplicação do Enem é mais complexa que as eleições
R7 – 17/11/2010
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (17) que a aplicação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é “muito mais complexa” do que as eleições gerais no país. O ministro participa de uma audiência na Comissão de Educação e Cultura na Câmara dos Deputados para esclarecer problemas ocorridos no exame.
- O Enem é uma megaoperação muito mais complexa que as eleições gerais no país. [...] E, nas eleições, sempre há problemas tópicos e pontuais em uma operação que é celebrada como exitosa.
Um teste para o ensino superior
A Notícia – 17/11/2010
As provas que avaliam o ensino superior brasileiro serão feitas neste domingo. Cerca de 450 mil universitários responderão às perguntas do Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade). Neste ano, serão analisados 14 cursos de bacharelado da área de saúde e cinco tecnólogos.
O grupo de cursos escolhidos para serem avaliados é repetido a cada três anos. Em 2007, estas mesmas graduações passaram pelo exame. Apesar de muitos estudantes torcerem o nariz para a prova, ou até mesmo boicotarem o exame – que é obrigatório para o aluno receber o diploma –fazer o Enade é importante para a universidade conhecer mais os problemas da graduação. A opinião é do diretor de gestão e desenvolvimento acadêmico, Carlos José de Carvalho Pinto, da pró-reitoria de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “É o momento para o aluno mostrar para a gente (da reitoria) que um curso não está bem”, explica.
O Enem e a destruição moral
Gazeta de Ribeirão – 17/11/2010
Fernando Haddad acordou em um dia de 2009 com uma obsessão ou uma ideia que considerava revolucionária: Nesse governo, vamos acabar com o vestibular tradicional. Ao comunicar a ideia ao seu chefe, provavelmente deve ter recebido a ordem de tocar o projeto para frente, porque acabar com esse trauma nacional poderia fazer votos choverem em penca sobre o PT nas próximas eleições.
Haddad foi a todos os canais de tevê para tornar a imprensa refém da sua tese. Poucos foram os que não engoliram a balela. A maioria propagou, sem nenhum senso crítico, sem uma mínima reflexão, que não se acaba com o vestibular com discursos.
Alunos fora da campanha política
O Estado de S. Paulo - 16/11/2010
Na última campanha presidencial, muitas promessas foram feitas em torno do tema educação. Como a demanda por escola fundamental já foi atendida, governo e oposição concentraram-se numa etapa do ensino médio, o técnico profissionalizante. Quanto ao ensino superior, o duelo eleitoral restringiu-se a discutir a quantidade de vagas abertas nas universidades públicas, alternando-se elogios ou críticas conforme o lado que dominasse o microfone.
Nesse caso, ambos concordavam nas promessas de abrir muitas vagas. Apenas um ponto não foi lembrado: vagas em universidades custam caro. Quem vai pagar a conta?
FNED anuncia abertura de recompra de Certificado Financeiro do Tesouro
ABMES – 16/11/2010
Conforme compromisso assumido em seminário promovido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), o Ministério da Educação anunciou a abertura do Sistema Informatizado do FIES (SisFIES) para a recompra de Certificado Financeiro do Tesouro (CFT-E). O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) enviou uma circular às mantenedoras de instituição de ensino superior que fizeram adesão ao FIES. O lote para solicitação da recompra foi aberto no dia 12 e será fechado em 19 de novembro.
O compromisso foi firmado em decorrência do seminário “Novo Fies – regulamentação e disponibilidade de certificados”, realizado pela ABMES no dia 5 de outubro. O evento reuniu membros do MEC, FNDE, Caixa Econômica, Congresso Nacional e Semesp, a fim de promover um amplo debate e esclarecer as dúvidas geradas pelos procedimentos do novo FIES. Na ocasião, representantes de instituições de ensino superior particulares tiveram a oportunidade de levantar questionamentos e demandar soluções para os problemas que vinham enfrentando com o sistema.
Enem será reaplicado a todos os prejudicados identificados pelas atas das salas de prova
Agência Brasil – 16/11/2010
Brasília – O ministro da Educação, Fernando Haddad não afasta a possibilidade de que outros estudantes, além dos que receberam os cadernos de prova amarelos com erros, possam participar da nova aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
No primeiro dia do exame, 21 mil cadernos amarelos apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões. O MEC vai aplicar nova prova aos candidatos que tiveram o material defeituoso substituído. Mas, segundo Haddad, é possível que alunos prejudicados por outros problemas possam ter direito a refazer o Enem.
Inep já abriu sindicância para apurar erros no Enem
http://educacao.uol.com.br – 16/11/2010
Brasília – O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou hoje (16) que já teve início a sindicância interna que vai apurar qual foi a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) no erro de impressão dos cartões de resposta do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
De acordo com Haddad, “aparentemente”, o erro no cabeçalho das folhas de respostas foi do instituto. No primeiro dia, a prova teve 90 questões, sendo a primeira metade de ciências humanas e o restante, de ciências da natureza. Mas, na folha em que os estudantes marcam as respostas, as questões de 1 a 45 eram identificadas como de ciências da natureza e as de 46 a 90, como de ciências humanas. O erro ocorreu em todos os cartões distribuídos aos 3,3 milhões de participantes.
Ministro diz que Inep pagou caro por falhas no Enem
http://www.jornalpequeno.com.br / 16/11/2010
Brasília - Ao prestar esclarecimentos sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Senado, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou hoje (16) que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) “pagou um preço muito caro por um crime cometido contra a instituição”.
“Não há que se falar em responsabilização criminal e civil de ninguém do Inep. Todas as hipóteses foram levantadas. O fato concreto é que uma das maiores gráficas do país não foi capaz de zelar pela segurança”, disse Haddad, referindo-se ao roubo de provas do Enem ocorrido no ano passado.
Acesso à faculdade e foco do ensino não mudaram com Enem
http://estadao.br.msn.com - 16/11/2010
Especialista em avaliações educacionais, Maria Angélica Pedra Minhoto diz que o Enem não conseguiu cumprir as promessas de democratização do acesso ao ensino superior e de mudança de foco na educação básica. Segundo a professora, o ensino de qualidade e as vagas em cursos superiores mais atrativos continuam concentrados nas elites econômicas.
Desde a década de 90, o Brasil adotou uma série de avaliações sistemáticas. Essas avaliações podem melhorar a educação?
Governo cumpre 30% da meta do Fies para este ano
R7 – 16/11/2010
O governo federal cumpriu até agora 30% da meta do Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) para 2010. A expectativa é que 215 mil contratos sejam fechados até o final do ano - entretanto, até agora, apenas 60 mil foram formalizados.
O Fies permite que alunos de universidades particulares financiem as mensalidades da graduação com juros baixos - de 3,4% ao ano - e paguem em até o triplo do tempo de duração do curso. O aluno de uma carreira que dura quatro anos, por exemplo, pode pagar em até 12 anos.
Senadores sugerem regionalização do Enem
R7 – 16/11/2010
Os senadores que participaram nesta terça-feira (16) de audiência com o ministro da Educação, Fernando Haddad, sugeriram a regionalização do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Haddad descartou a possibilidade imediata de fazer diferentes provas nas regiões do país porque isso exigiria um banco de questões muito “robusto”.
O ministro disse que “não basta formular a questão” e que cada item deve passar por tratamento estatístico “para garantir a comparação de resultados”. As provas do Enem são elaboradas com a metodologia TRI (Teoria de Resposta ao Item), tecnologia que garante a isonomia das questões.
Palocci é cotado para Comunicação e Chalita, Educação
DCI – 16/11/2010
BRASÍLIA - A presidente eleita, Dilma Rousseff, ouviu sugestões, dentro do governo, para pôr Antonio Palocci no comando do Ministério das Comunicações, hoje dirigido pelo PMDB. A ideia é turbinar a pasta, que abriga o Plano Nacional de Banda Larga - programa para universalizar a internet rápida - e regulamenta as concessões de rádio e TV.
Outro nome cotado para assumir um ministério é o de Gabriel Chalita (PSB-SP), deputado eleito e ex-secretário estadual. Seria a chance de o PSB abocanhar o Ministério da Educação e ampliar sua participação no Planalto, que hoje se restringe ao Ministério de Ciência e Tecnologia e à Secretaria Especial dos Portos.
Emprego, educação e inclusão social no Brasil
UnB Agência – 16/11/2010
Observa-se que o Brasil, ao longo de sua história, foi acumulando um imenso passivo de desigualdades sociais, notadamente na questão da repartição da riqueza e da criação de oportunidades. Esse fenômeno levou a sociedade brasileira a exigir, nas últimas duas décadas, a inclusão na agenda política do país a questão da inclusão social.
A inclusão social está relacionada à criação de condições para que todos os indivíduos possam ter oportunidades iguais e usufruam dos bens e das riquezas geradas no âmbito do Estado-nação. Assim, podemos entender a inclusão social como a ação do Estado de proporcionar mais oportunidades, por meio de melhores condições econômicas e sociais para populações que se encontram social e economicamente excluídas.
Novo governo deve continuar políticas de Lula para a educação
R7 – 15/11/2010
A educação esteve em alta durante a campanha eleitoral. Principalmente nos debates, o tema aparecia com força nas discussões entre os candidatos. Ampliação de creches, ensino técnico e universidades foram algumas das principais propostas. Sempre ancorada nas políticas e nos feitos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) focou suas promessas no aumento de investimentos na área e na ampliação de projetos.
O governo Lula conseguiu aprovar o fim da DRU (Desvinculação das Receitas da União), permitindo o desbloqueio de verbas destinadas à educação, o que deve injetar cerca de R$ 9 bilhões a mais na área. A mesma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acabou com a DRU também estendeu o ensino obrigatório para brasileiros entre 4 e 17 anos. Antes, a faixa era dos 7 aos 14 anos. Estados e municípios vão ter até 2016 para cumprir essa determinação.