MEC oferece curso de combate às drogas a educadores

Terra – 23/08/2010

O consumo de drogas por jovens é um problema que atinge todo o país, e no Rio a situação também tem atraído a atenção das autoridades, principalmente quando os usuários são alunos da rede pública. E para preparar profissionais que atuam nos anos iniciais do ensino fundamental a combater esse problema, o Ministério ada Educação vai realizar a quarta edição do curso de prevenção ao uso de drogas para educadores de escolas públicas. O curso oferece 25 mil vagas a educadores de todo o Brasil.

Nos anos anteriores, ao contrário desta quarta edição, somente quem atuava nos anos finais do fundamental e no ensino médio podia participar. O objetivo é capacitar diretores, professores e coordenadores para o desenvolvimento de programas de prevenção do uso de drogas. Os interessados têm prazo até 6 de setembro para fazer sua inscrição.

 
 

Nova resolução de conselho barra biólogo formado à distância

Estadão – 23/08/2010

Uma nova resolução do Conselho Federal de Biologia (CFBio) está dificultando a obtenção do registro profissional para alunos formados a distância. O documento passa a exigir um mínimo de 2,4 mil horas de pesquisa, projetos, análises, perícias, fiscalização, emissão de laudos e pareceres na área.

O texto foi aprovado em março, dias após o Ministério da Educação conseguir uma liminar para derrubar a resolução n.º 151/2008, que proibia o registro de formados a distância (leia mais abaixo). O CFBio insiste que as mudanças, que também afetam os cursos presenciais, não vetam o registro de egressos de nenhuma modalidade de curso, desde que reconhecido pelo MEC.

 
 

Educação, um terrível círculo vicioso

Estadão – 23/08/2010

O problema da formação de pessoas no País é muito grave. Na creche e na pré-escola, atingimos um nível de atendimento correspondente apenas à metade do previsto no Plano Nacional de Educação (PNE), cujos dez anos de vigência se encerram em breve. No ensino fundamental, estamos atrasados mais de 20 anos em relação ao que nos propusemos na Constituição de 1988, que o definiu como obrigatório: atualmente, uma em cada três crianças deixa o sistema educacional sem completá-lo.

Ao final do ensino médio, a evasão já terá atingido cerca da metade das pessoas, situação muito pior do que nossa realidade econômica e demográfica exige e permite. Quanto ao ensino superior, não apenas não cumprimos o deliberado no PNE, como continuamos com taxas de atendimento próximas à metade da observada em muitos dos nossos vizinhos geográficos ou geopolíticos.

 
 

Na busca por talentos, empresas assumem ensino

Estadão – 23/08/2010

SÃO PAULO - Encontrar profissionais qualificada tem sido, segundo as empresas, quase tão difícil quanto achar o pote de ouro no fim do arco-íris. Não existem dados globais consolidados, mas a situação encontrada no Sistema Nacional de Empregos (Sine), agência de intermediação de mão de obra mantida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), ilustra o que ocorre no mercado.

Das 5.490 vagas para profissionais com nível de ensino superior oferecidas pelo sistema este ano, 893 foram preenchidas, ou seja, apenas 16,3%. A perspectiva é de que o País bata novo recorde de sobra de vagas. Em 2009, o Sine registrou o maior número da sua história: dos 2,7 milhões de postos oferecidos em todos os níveis, 1,66 milhão ficou em aberto.

 
 

Linguagem de internet preocupa educadores

Estadão – 23/08/2010

Em uma certa comunidade virtual de adolescentes, abundam erros de ortografia - como "resolvel", "intão" e "considerá" - e gramática - "ia matar ela". Mesmo curtos, os textos claramente não são revisados; por toda a parte há letras dobradas e falta espaçamento entre as palavras.

Não se pode negar que o objetivo da troca de mensagens às vezes seja instrutivo: no caso citado, a intenção era inventar uma história coletiva, com cada dezena de palavras escrita por um novo autor. Mas entre os seguidos tropeços no português, até o enredo acabou comprometido. Em certas horas, personagens que não estavam na cena aparecem sem explicação, participando dos diálogos.

 
 

Deficiente ganha mais do que outro trabalhador em SP

R7 – 23/08/2010

O trabalhador com deficiência ganha mais do que quem não têm deficiência no Estado de São Paulo. O levantamento da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência mostra que o salário de quem tem algum tipo de restrição física ficou em R$ 1.056, contra R$ 951 dos outros trabalhadores.

De acordo com a pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (23), a diferença de salário é de 11%. O maior nível de escolaridade dos deficientes é o que explica esses números, segundo a secretaria.

 
 

Acesso de jovens ao Ensino Superior triplica em 15 anos

Direito de Aprender – 22/08/2010

Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), divulgado esta semana, mostra que o percentual de jovens de 18 a 24 anos no ensino superior passou de 5% em 1993 para 13,9% em 2008.

Um dos fatores que contribuíram para esse crescimento foi a criação do ProUni, em 2004, quando o percentual de jovens na universidade era de 10,5%.

O documento diz que a iniciativa do ProUni é bem concebida, mas aponta problemas, como falta de indicadores de desempenho e baixo número de atendidos.Também mostra que a meta de levar 30% dos jovens ao ensino superior, até 2011, só será alcançada em 2020.

 

 
 

ProUni não garante meta de jovens na universidade

Folha – 21/08/2010

Mesmo com o ProUni, programa de bolsa para o ensino superior em instituição particular lançado em 2004, o governo não vai cumprir a meta de pôr 30% de jovens (18 a 24 anos) na universidade até 2011. É o que diz relatório do Tribunal de Contas da União aprovado nesta semana. A reportagem completa está disponível para assinantes da Folha e do UOL).

O documento classifica a iniciativa do ProUni como bem concebida, mas aponta problemas, como falta de indicadores de desempenho e baixo número de atendidos.

 
 

Brasileiros acreditam que escola não prepara para o mercado de trabalho

Estadão – 20/08/2010

A pesquisa "Retratos da sociedade brasileira: educação", encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope, constatou que a maioria dos brasileiros não acredita que a escola ofereça preparo para o mercado de trabalho. De acordo com o levantamento, 40% dos entrevistados acreditam que o aluno está "razoavelmente preparado" após o ensino médio ou superior para a etapa subsequente e a maioria dos brasileiros vê a educação como peça fundamental para o desenvolvimento do País.

Apenas 14% dos entrevistados com ensino médio completo acreditam que os estudantes saem da escola "bem preparados" para conseguir um emprego estável. O índice chega a 30% na avaliação do nível superior. A qualidade da educação no Brasil também foi apontada por 61% como um dos gargalos que impedem o desenvolvimento.

 
 

Educadores não podem temer novas tecnologias

Veja – 20/08/2010

A educação não pode mais ser planejada no contexto da "era de Gutemberg" - ou seja, dos tipos móveis e, portanto, do livro de papel. Na visão de Salete Toledo, especialista em educação e editora executiva da Edições SM, é preciso pensar o ensino em constante contato com as novas tecnologias e mídias. Para isso, os currículos escolares precisam assimilar as tecnologias, o que, na visão de Salete, demanda transformações nas intituições de ensino. "Nossa escola segue um modelo fechado. Precisamos de um ambiente onde possam circular mais informações, e essas informações estão fora dos muros da escola", diz a especialista, convidada a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo. Confira a seguir os principais trechos da entrevista com ela.

No âmbito da educação, as novas tecnologia vêm sendo aplicadas de maneira efetiva no Brasil?
De maneira geral, o uso das mídias ainda não é efetivo. Existem algumas experiências em curso, mas são projetos incipientes e ainda há um longo caminho a ser percorrido. O projeto Um Computador por Aluno, por exemplo, é uma experiência efetiva. Também temos escolas – principalmente as particulares – que usam recursos para ministrar aula interativas, como as lousas digitais. Essa realidade, porém, ainda não está disponível para todos os estudantes e professores.

 

 

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